09 Fevereiro, 2010

Recuperar password de login no Windows Vista

Já imaginou o que lhe acontecerei se perde-se o acesso às contas de utilizador do Windows? Nos danos que isso lhe poderia trazer? Pois a Microsoft pensou nisso, e então que fizeram eles? Criaram uma ferramenta que permite restaurar as passwords de utilizador (finalmente algo de bom vindo da Microsoft). Para poder criar a disquete, PEN ou afins para recuperar os dados proceda aos seguintes passos descritos nas imagens:

  1. Abra o painel de Controlo:
    Abrir painel de controloa
  2. Seleccione Contas de Utilizador e Segurança Familiar:
    Seleccionar Contas de Utilizador e Segurança Familiar
  3. Seleccione Contas de Utilizadores no painel seguinte:
    Seleccionar Contas de Utilizadores
  4. Seleccione Criar um disco de reposição de palavras-passe:
    Seleccionar criar um disco de reposição de palavras-passe

E depois é só seguir os passos apresentados no ecrã. No caso de não tiver introduzido nenhuma disquete ou uma unidade Flash USB vai-lhe aparecer a seguinte mensagem de erro:

Mensagem de erro caso nao tenha uma unidade removivel inserir para criar o disco de reposição de palavras-passe

E pronto quando necessitar de recuperar as password utilizar o disco de recuperação criado.

08 Fevereiro, 2010

Problemas na actualização KB978207

Atenção caros visitantes não procedam à instalação da actualização KB978207 no Windows Vista, pois ela foi removida do site da Microsoft devido a problemas internos. No caso de a teres instalado pode impedir a utilização do Explorador do Windows.

No caso de a teres instalado e enfrentas problemas na utilização do Explorador do Windows, efectua um restauro do sistema ou contacta o Apoio Técnico de Microsoft.

12 Motivos para você levar a sério a protecção do seu computador

Quando um computador doméstico é utilizado, o utilizador realiza transacções bancárias e financeiras, guarda senhas, envia e-mails confidenciais, etc.
É muito importante que você mantenha o seu computador seguro, pois duvido que gostaria que algo da lista que se segue lhe acontece-se:

  1. As suas senhas e números de cartões de crédito podem ser utilizados por terceiros no caso de infecção usando trojans;
  2. A sua conta de acesso à Internet pode ser utilizada por alguém não autorizado para não aceder apenas à Internet, como para praticar golpes e comprar conteúdos adicionas do seu provedor;
  3. Os seus dados pessoais, ou até mesmo comerciais, alterados, destruídos ou visualizados por terceiros;
  4. O seu computador deixa-se de funcionar, por ter sido comprometido e ficheiros essenciais do sistema serem apagados, etc;
  5. Utilizar o seu computador em actividades ilegais, para esconder a identidade real e a localização do criminoso;
  6. Utilizar o seu computador para lançar ataques contra outros computadores;
  7. Utilizar o seu disco-rígido como um repositório de dados;
  8. Destruir informações (vandalismo);
  9. Disseminar mensagens alarmantes e falsas;
  10. Ler e enviar e-mails em seu nome;
  11. Disseminar vírus de computador;
  12. Roubar dados do seu computador, como, por exemplo, informações do seu IRS e afins…

07 Fevereiro, 2010

Switch Layer 2

Por volta de 1994, o roteador começou a transformar-se num gargalo, à medida que as estações aumentavam o acesso aos servidores locais (servidores de departamentos, Servidores Web, etyc.). Além disso, era extremamente complexo e caro adicionar portas LAN aos roteadores. Para superar este problema os Switches LAN entraram no mercado e foram instalados entre os repetidores (HUB’s) e os roteadores para incrementar o desempenho.

A figura em baixo mostra como os Switches foram utilizados nesta situação.

5007000Qc26

Os benefícios de se instalar os switches entre os HUB’s e os roteadores era que os switches sendo muito mais simples de se configurar que os roteadores que formavam o “collapsed backbone”. Estes switches ofereciam o desempenho “wire-speed” (praticamente a velocidade do meio físico fosse 10 ou 100 mbps) que roteadores não podiam oferecer. Os switches tinham um custo por porta muito menor que o dos roteadores.

03 Fevereiro, 2010

Problemas do RDP no Windows 2003 Server

Olá caros visitantes, recentemente numa assistência que realizei numa empresa de contabilidade, apareceu um erro fora do comum, relativamente ao Ambiente de Trabalho Remoto.

Problema:
Ao iniciar sessão no Servidor com o Windows 2003 Server R2, usando o Ambiente de Trabalho Remoto, o programa fechava inesperadamente. Não permitindo aos clientes iniciarem sessão no servidor.

Solução:
Após observar com muita atenção, de explorar o registo do Windows e afins, este problema já tinha sido alvo de uma tentativa de reparação por um técnico de informática com 20 anos de experiência comprovada na área e certified Microsoft Partner, tendo ele próprio recomendado a reinstalação de todo o software. Mas na minha pesquisa pela solução, lembrei-me que o RDP faz a virtualização do Ambiente de forma remota graficamente e questionei-me se o problema não seja integrante do Windows com as suas falhas, mas sim de software de terceiros, então removi as drivers da placa gráfica do fabricante (ATI neste caso) e deixei as drivers que o Windows instala de origem e voilá, ficou a funcionar às mil maravilhas.

Recomendações:
No caso de possuir sistemas Windows 2003 Server com o Ambiente de Trabalho Remoto activo não instalem as drivers proprietárias do fabricante da Placa Gráfica, pois tornam-se incompatíveis com o RDP. Utilizem as pré-definidas.

Atentamente
Matafome

23 Janeiro, 2010

Conversão de .flv para .mpg utilizando o ffmpeg

Para fazeres a conversão de ficheiros do formato flv para mpeg é muito simples. Abres uma janela do terminal, navegas até à pasta onde se encontra o ficheiro flv e digitas o seguinte comando:

ffmpeg -i video.flv -ab 56 -ar 22050 -b 500 -s 320×240 video.mpg


video.flv é o ficheiro que desejas converter, então o nome tem de ser igual ao ficheiro de origem. Podes dar o nome video.mpg ou qualquer outro nome desde que mantenhas a extensão mpg.





-b taxa de bits: define a taxa de bits do vídeo em kbit's(valor pré-definido = 200 kb/s)





-ab taxa de bits: define a taxa de bits do áudio em kbit's (valor pré-definido = 64)





-ar taxa de amostragem: define a taxa de amostragem do áudio em Hz (valor pré-definido = 44100 Hz)





-s tamanho: define a resolução da imagem. O formato é LxA (valor pré-definido 160×128 )

21 Janeiro, 2010

FFmpeg uma ferramenta multimédia essencial

FFmpeg é uma solução completa para gravação, conversão e streaming de áudio e vídeo. Inclui libavcodec, a biblioteca de codecs áudio/vídeo mais utilizada. FFmpeg é desenvolvido no Linux, mas pode ser compilada para a maioria dos sistemas operativos, incluíndo o Windows. No Ubuntu este pacote contêm o reprodutor multimédia ffplay, o servidor de streaming ffserver e o ffmepg codificador de áudio e vídeo. Ele suporta a maioria dos formatos de ficheiro existentes (AVI, MPEG, OGG, Matroska, ASF, …) e formatos de codificação (MPEG, DivX, MPEG4, AC3, DV, …).

Capacidades do ffmpeg

* ffmpeg é uma ferramenta de linha de comandos que converte um formato de vídeo para outro. Também suporta a captura e a codificação em tempo real de uma placa de TV.

* ffserver é um servidor de streaming HTTP (RTSP está em desenvolvimento) para transmissão em directo. Avanço em tempo de transmissão em directo também é suportado.

* ffplay é um reprodutor simples baseado no SDL e nas bibliotecas do FFmpeg.

* libavcodec é a biblioteca que contêm todos os codificadores e descodificadores de áudio e vídeo do FFmpeg. A grande maioria dos codecs foram desenvolvidos desde o início de forma a garantir a melhor performance e a melhor reutilização do código possível.

* libavformat é uma biblioteca que contém analisadores e geradores para todos os formatos de áudio/vídeo comuns.

20 Janeiro, 2010

Invasão de Privacidade localização da posição geográfica dos utilizadores

Foi descoberta uma nova falha de nível crítico que permite a localização geográfica dos utilizadores (aproximadamente através do router que estão a utilizar).
O router e o naveador de Internet não contêm os dados de geolocalização (dados de GPS). Esta localização também não é baseada no IP,

Este método descoberto funciona da seguinte maneira:
  1. Visitas um site malicioso
  2. Esse site possuí um XSS escondido que funciona contra o router (no exemplo testado por mim utilizo um router FiOS da Verizon)
  3. O XSS obtêm o MAC address do router através de AJAX.
  4. O MAC address é enviado para a pessoa com os objectivos maliciosos. No caso em que eu testei, foi contra a minha própria infraestrutura, de tal maneira que respeitei a legislação portuguesa relativamente a crimes informáticos.
  5. Na posse do MAC address envio-o para os serviços de Localização do Google. Isto é um serviço baseado em HTTP onde o endereço MAC address do router é mapeado para uma localização GPS aproximada utilizando outras fontes de dados. Não existem requisitos especiais, e um utilizador não precisa de ser questionado para executar a acção que permite isto. Eu determinei este protocolo utilizando o Aviso de Localização do Firefox
Estes passos foram testados num Westell UltraLine Series3

No caso de ser testado utilizando os Serviços de Localização do Google na Navegação, o Firefox vai-te questionar se desejas partilhar a tua localização, enquanto que utilizando o XSS nada disto acontece.
O que existe de grave é que no caso do XSS, permite que qualquer site tenha controlo completo sobre o teu router, no caso de teres a sessão iniciada no router ou utilizares os dados de fábrica para autenticação no router. Esta prova de conceito pode ser extendida para a realização de danos maiores, tais como mudar os dados de autenticação do router, mudar a palavra passe da rede wireless e até mesmo a instalação de novas firmwares no router. Tudo isto visitando uma simples página de Internet.

Recomendações:
Mudar os dados de autenticação do router de forma a nunca utilizares as definições de fábrica.

Atentamente
José Oleiro

06 Janeiro, 2010

Actualizações do Windows

Para manteres o teu Windows actualizado, a Microsoft utiliza o Windows Update. O Windows Update deve ser executado automaticamente no teu computador. Apesar disso, deves verificar se o teu computador se encontra actualizado. Para verificar a existência de actualizações no Windows Update:

1 - Clica Iniciar, Executar e digita:
a. Windows XP: wupdmgr
b. Windows Vista/Windows 7: wuapp

2 - Pressiona Enter

3 - Clica Instalar Actualizações

Podes ter de descarregar a ferramenta Windows Genuine Advantage (WGA), que verifica se a tua cópia é genuína.
O Windows pode ter de reiniciar o teu computador enquanto as actualizações são instaladas.

Agora o teu computador encontra-se actualizado.

03 Janeiro, 2010

Criação de um servidor de streaming áudio no Ubuntu

A criação de um servidor de streaming de áudio no Ubuntu é uma tarefa fácil de concretizar.

$ sudo apt-get install icecast2 ices2

Uma forma rápida colocares o servidor em funcionamento é:


1 - Editar o ficheiro /etc/icecast2/icecast.xml e modificar todas as passwords listadas. Procura por hackme para encontrares as passwords actuais. Provavelmente vais querer passwords diferentes de administração e utilização, especialmente se tu permitires que outros façam streaming de música do servidor. Recorda-te das passwords que definires para mais tarde. Também vais querer modificar outras definições neste ficheiro, tais como o hostname:

$ sudo vi /etc/icecast2/icecast.xml

2 - Se tens uma firewall activa, verifica se a porta TCP 8000 está acessível. 3 - Executa o servidor icecast2 como utilizador root através do seguinte comando (o servidor vai ser executado como o utilizador icecast2), e verifica utilizando o comando netstat:

$ sudo /etc/init.d/icecast2 start 
$ sudo netstat -topnavel | grep 8000
tcp 0 0 0.0.0.0:8000 0.0.0.0:* LISTEN
111 35790 21494/icecast off (0.00/0/0)

4 - Cria os directórios necessários pelo programa ices2, que vai fornecer a lista de reprodução e as músicas para o servidor icecast2. Através dos seguintes comandos:

$ sudo mkdir /var/log/ices 
$ sudo mkdir /etc/ices2
$ sudo mkdir /etc/ices2/music

5 - Cria uma playlist usando qualquer editor de texto ou através da listagem directa de músicas para o ficheiro. Por exemplo, se todos os teus de música estão em Ogg no directório /var/music e em subdirectórios, digita o seguinte:

$ find /var/music -name *.ogg > playlist.txt

(se os ficheiros fossem em mp3, digitavas find /var/music -name *.mp3 > playlist.txt)





6 - O ficheiro playlist.txt deve conter o caminh completo para todos os ficheiros de música, e os ficheiros devem ter permissões de acesso para o servidor icecast2. Então, copia o ficheiro da lista de reprodução para o directório /etc/ices2:

$ sudo cp playlist.txt /etc/ices2

Com o ficheiro da lista de reprodução criado, usa qualquer editor de texto para remover ou adicionar ficheiros ou directórios quando quiseres. (Se desejas alguns ficheiros para experimentares a tua lista de reprodução, podes descarregar alguns em http://vorbis.com/music).





7 - Como utilizador root, edita o /etc/ices2/ices-playlist.xml de forma a que ele reproduza a tua playlist e envie a música pra o teu servidor icecast2. Começa a partir da configuração de exemplo e edita-a. Executa os seguintes comandos:

$ sudo cp /usr/share/doc/ices2/examples/ices-playlist.xml /etc/ices2 
$ sudo vi /etc/ices2/ices-playlist.xml

8 - Particularmente, vais desejar modificar os módulos metadata, input e instance (tem a certeza que modificas-te /etc/ices2/playlist.txt para o caminho onde colocaste o teu ficheiro playlist.txt):

<metadata> 
<name>O Meu Servidor de Musica</name>
<genre>Varios estilos musicais</genre>
<description>Mistura de musicas pessoais</description>
</metadata>
<input>
<module>playlist</module>
<param name="type">basic</param>
<param name="file">/etc/ices2/playlist.txt</param>
<!-- random play -->
<param name="random">1</param>
...
</input>
<instance>
<hostname>localhost</hostname>
<port>8000</port>
<password>MIcePW</password>
<mount>/mymusic.ogg</mount>
...
</instance>

As variáveis mostradas a negrito, são os pontos mais críticos sendo elas a tua lista de reprodução e a informação sobre a instância do teu servidor icecast2. A password deve ser idêntica à password que adicionaste em /etc/icecast2/icecast.xml





9 - Inicia a alimentação de áudio através do seguinte comando:

$ sudo ices2 /etc/ices2/ices-playlist.xml &

10 - Verifica se consegues reproduzir música através do computador local como se segue:

$ ogg123 http://localhost:8000/mymusic.ogg

11 - Se funcionar, tenta escutar a stream do icecast2 noutro computador da tua rede substituindo localhost pelo IP do servidor ou o hostname.





12 - Se existirem problemas verifica os ficheiros de registo /var/log/icecast2 e /var/log/ices. Verifica as passwords novamente e a localização dos ficheiros de configuração.





13 - Quando terminares, apenas termina o serviço icecast2.

$ sudo /etc/init.d/icecast2 stop

Quando os servidores icecastw e ices estiverem em execução, consegues ter acesso ao streaming de áudio em qualquer máquina onde consigas aceder ao servidor. Utiliza qualquer reprodutor multimédia que consiga reproduzir a partir de endereços HTT (ogg123, XMMS,) os reprodutores do Windows que suportem este tipo de conteúdo também devem funcionar.





NOTA: Se desejares saltar uma música, digita este comando no servidor: killall - HUP ices